domingo, 14 de setembro de 2008

Que saudade

Outro dia eu estava convesando com uma amiga minha a respeito dos talentos que se foram, da época musical fantástica dos anos 50, 60, 70 décadas estas que eu não participei, até porque nem sonhava em vir ao mundo. Aí, ela me disse que eu sou muito saudosista, já que eu sempre fico me lamentando e questionando o porquê de não ter nascido no momento em que Tim Maia lançou o Cd Racional, o surgimento de Jorge Ben e sua viola, Elis entre outros gênios.
Hoje, eu fico numa busca incessante tentando encontrar algo de bom na música, e infelizmente não encontro quase nada. Oops injutiça! Existiu a Cássia Eller, maravilhosa, há tb a Zélia Duncan, Ana Carolina, Paula Lima, Tereza Cristina, Luciana Mello, jair Rodrigues, Ed Motta, genial, Simoninha, Max de Castro.
Mas, eu percebo que estes artistas fazem releituras dos cantores que citei no primeiro parágrafo, são cópias bem feitas, mas não deixam de ser cópias. Ou seja, ninguém cria, inventa nada... Será que a safra de artistas geniais brasileiros acabou? Ou eles estão escondidos, pior sem oportunidade de mostrar seus trabalhos?
É muito triste, pois existem os Mc's Créu e tantos outros do mesmo gênero que não têm o mínimo de respeito pela verdadeira MPB ou nem se dão conta de que estão comentendo este atentado.
É isso aí galera, momento saudosismo rrsrsrs..........Vou ficando por aqui.
Abraços inté.

domingo, 7 de setembro de 2008

Coisas de gênio incompreendido!!!

Ontem assistindo à mais uma edição do Programa Altas Horas exibido na Rede Globo, tive a oportunidade de ver as apresentações de Ed Motta e Frejat. Ambos mostraram seus novos cds, cantaram, responderam as perguntas do público e tal. No momento em que entrou um crítico musical, que me fugiu o nome agora, começou o estresse entre ele e o Ed.
O mediador e apresentador do Programa Serginho Groisman perguntou ao Ed o que ele achava dos críticos musicais brasileiros, e foi aí que tudo começou. Ele ficou totalmente irritado dizendo que pra ele é como se os mesmos fossem uns insetos desprezíveis, ou seja, seres insignificantes e que não entendem nada sobre música, técnica musical.
Por que será que ele ficou tão irado? Será porque o seu mais recente trabalho: Chapter 9 tem influências do rock, estilo este que ele fazia questão de detonar, e sendo assim, os críticos poderiam ter dito que apesar dele ter falado tão mal do rock’n roll, hoje ele bebe desta fonte? O Ed dizia que o rock brasileiro dos anos 80 imitava e muito o dos EUA e Inglaterra. Mas e o estilo dele, do próprio Ed? Também não é americanizado? Tendo em vista que ele continua bebendo/ navegando na fonte do JAZZ, R&B dos EUA? Logo, ele não pode censurar ninguém sobre isso concordam?
Não entendi porque ele permaneceu tão chateado, já que a crítica brasileira o respeita e muito, por motivos óbvios, pelo seu talento inegável.
É assim que o vejo como um sabe-tudo, um músico, estudioso, dedicado, enfim, completo. Embora um pouquinho nervoso rs...
Mas é isso aí galera.
P.S - Tomara que ele não leia este texto porque eu não sou redatora de nenhum jornal, nem entendida no assunto, e nem pretendo ser. Sou apenas uma estudante de nutrição e uma soprano amadora de um Coral Gospel. Desculpem os erros de português.
Bjão galera, fui!!!